"O cenário é promissor para visionários", destaca especialista sobre investimentos imobiliários comerciais
Além dos grandes centros urbanos como São Paulo e Rio de Janeiro, que têm registrado incrementos significativos nos aluguéis de escritórios de alto padrão, cidades brasileiras que são polos de valorização, industriais, logísticos, com moderna infraestrutura, como é o caso de Itajaí, que detém o maior PIB de Santa Catarina, tem sido alvo para investimentos imobiliários comerciais, ativos com performance superior à inflação.

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Agosto de 2025 – O mercado imobiliário comercial brasileiro segue em trajetória de valorização, com os preços de locação de salas e conjuntos comerciais que registraram alta de 7,30% no acumulado de 12 meses, segundo o último relatório da FipeZAP. Especialistas avaliam que o ciclo de crescimento ainda está longe de desacelerar, com os ativos comerciais se tornando cada vez mais cobiçados por investidores. Além dos tradicionais polos como São Paulo e Rio de Janeiro, o litoral norte de Santa Catarina desponta como referência nesse segmento, especialmente Itajaí. A cidade, que abriga um dos maiores complexos portuários do país e lidera o ranking nacional de importações, reúne uma combinação de fatores estratégicos como infraestrutura, qualidade de vida, turismo e dinamismo econômico. Esse cenário tem elevado a demanda por escritórios de alto padrão e galpões logísticos modernos, o que resulta na valorização dos aluguéis e no aumento da liquidez desses ativos.
É o que afirma Renato Monteiro, CEO do Grupo Sort Investimentos, empresa especializada em ativos imobiliários comerciais, logísticos e residenciais de alto padrão. “Itajaí é um exemplo claro de como infraestrutura e vocação econômica fortalecem o mercado imobiliário comercial. A expansão do porto, a liderança nacional em importações, os investimentos constantes em obras estruturantes e o protagonismo náutico geram uma demanda sólida por espaços corporativos. Empresas de diferentes setores buscam se estabelecer na região para otimizar operações e aproveitar o fluxo intenso de comércio exterior”, ressalta.
Índices imobiliários comerciais positivos
Dados recentes da FipeZap de Locação Comercial indicam que, após altas, o mercado comercial registrou uma desaceleração nos preços de locação em junho de 2025, uma acomodação natural após um período de intensa valorização, conforme explica Monteiro. No entanto, o acumulado do primeiro semestre de 2025 revela uma alta expressiva de 5,66% nos aluguéis comerciais, que se manteve acima das variações exibidas pelo IPCA (+2,99%) e pelo IGP-M (-0,94%) no mesmo período. Isso demonstra que a tendência ainda aponta para ganhos.
Em 2024, os preços de locação comercial no Brasil já haviam registrado um aumento de 7,88%, o maior desde o início da série histórica do índice em 2013, com o preço médio do aluguel por metro quadrado no país atingindo a marca de R$ 45,53.
"Quando olhamos para a FipeZap, vemos um panorama geral e não uma análise de localidades específicas. Mesmo assim, se percebe que os aluguéis comerciais estão crescendo consistentemente acima da inflação no acumulado do ano", pontua o CEO do Grupo Sort. "Enquanto a Selic a 15% ao ano pode parecer tentadora no curto prazo para investimentos em renda fixa, ela reflete um custo de oportunidade, mas não oferece a valorização do ativo real nem a proteção inflacionária intrínseca do aluguel. Esses contratos são reajustados por índices como o IPCA ou IGP-M, garantindo que o rendimento do investimento acompanhe ou supere a perda do poder de compra da moeda. Essa performance superior à inflação no semestre, mesmo com uma desaceleração pontual, somada à valorização natural do imóvel em locais estratégicos, oferece um ganho real muito mais robusto no médio e longo prazo. É importante também destacar que o potencial de ganho de capital (valorização do próprio imóvel) ao longo do tempo é um fator que a renda fixa não oferece", complementa.
Sobre o Grupo Sort
O Grupo Sort é comandado por Renato Monteiro. O Grupo é composto por empresas do mercado imobiliário, ramo de tecnologia, indústria e varejo, entre elas a Fast Sale, a Divvy Investimentos, PipeImob Tecnologia, a Sort Empreendimentos e a Sort Investimentos, que possui mais de R$ 8 bilhões em ativos sob assessoria e atua na seleção e gestão de imóveis, com foco em investidores de diferentes perfis.
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